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Cloves Caroba
Para entender meu trabalho, talvez ajude entender minha história.
Sou filho de pais analfabetos. Aprendi a ler aos 15 anos. Descobri a psicanálise aos 35. Levei anos para descobrir quem eu não era. E é exatamente esse processo que ofereço aos meus analisandos: descobertas.
Meu caminho não seguiu um roteiro previsível. Antes de encontrar Jung, bebi de outras fontes. Estudei sabedorias antigas, busquei respostas onde podia encontrá-las. Mas foi na Psicologia Analítica que finalmente me reconheci.
Hoje, com mais de 12 mil horas de escuta clínica, continuo estudando. Continuo fazendo análise pessoal. Continuo me desenvolvendo. Porque entendo que quanto mais profundo eu for em minha jornada, mais longe eu levo meus analisandos.


Minha abordagem
Trabalho com a Psicologia Analítica de Carl Jung, numa perspectiva que ele chamava de energético-finalista.
O que isso significa? Que não olho apenas para o passado, para as feridas e traumas. Olho também para frente. Para onde você está indo. Qual é o propósito. O que sua psique está tentando realizar.
Não dou conselhos, eu ajudo a pessoa a enxergar a saída Não ofereço fórmulas prontas. Não prometo transformações mágicas.
O que ofereço é escuta profunda, presença genuína e uma capacidade de simplificar o que parece caótico. De traduzir a bagunça em clareza. De ajudar você a enxergar o que estava invisível.
O que me diferencia
Acredito em algo diferente: que somente quando o analista é autêntico, o analisando também consegue ser.
Eu consigo acessar camadas profundas da emoção, o que me diferencia da figura do analista tradicional. Não estou ali para julgar. Estou ali para compreender. Para receber você com suas dores, suas contradições, suas sombras, e tratá-lo com dignidade.
A grande maioria dos meus analisandos relata uma sensação de acolhimento e compreensão nunca vista antes. E num mundo onde ninguém tem tempo para ouvir de verdade, isso faz diferença.
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